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Casa nova! ainda em arrumação! Open house agendado... beijos http://embuscadepoesia.blogspot.com
Escrito por simone às 09h06
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Esgotei o espaço do blog. Acreditem! 
Escrito por simone às 13h54
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Os braços de D. Severina fechavam-lhe um parêntesis no meio do longo e fastidioso período da vida que levava, e essa oração intercalada trazia uma idéia original e profunda, inventada pelo céu unicamente para ele. Uns braços – Machado de Assis
Escrito por simone às 09h18
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um beijo pra minha mãe! amo vc, linda!
Escrito por simone às 17h26
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Foto Paula Orsi Cruz (ela e sua lavanda florida!) E pensar você aparecer pela janela tão bonita de manhã
Vem pra mim e não vai mais
Me abraça, me abraça, me abraça, por tudo que for
Lobão
Escrito por simone às 11h37
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Foto Reuters A poesia não é uma liberação de emoção, mas um libertar-se da emoção. A poesia não é uma expressão da personalidade, mas um libertar-se da personalidade. Mas só os que têm personalidade e emoções sabem o que significa querer se libertar destas coisas.
T.S. Eliot
Escrito por simone às 09h58
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Pensei seduzir você daquele instante em diante Além de fazer crochê, pensei dar vôo rasante Ir ao cinema, escrever, reinar nesse caos reinante Impressionante, por que que eu não pensei nisso antes (Por quoi je n´ai pense pas a çà avant?) itamar assumpção
(é! eu adoro!)
Escrito por simone às 13h08
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Foto arquivo pessoal E desde então, sou porque tu és E desde então és sou e somos… E por amor Serei… Serás…Seremos… Pablo Neruda
Escrito por simone às 12h59
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Cansei de ouvir abobrinhas vou consultar escarolas prefiro escutar salsinhas pedir consolo às papoulas e às carambolas pedir um help ao repolho indagar umas espigas aprender com pés de alho ouvir dicas das urtigas e dessas tulipas um toque pro miosótis um palpite do alpiste uma luz da flor de lótus pedir alento ao cipreste e pra dama da noite pedir conselho à serralha sugestão pro almeirão idéias para azaléias opinião para o limão, pimentão abobrinhas não! Itamar Assumpção
Escrito por simone às 12h41
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Foto Pedro Casquilho O médico sai correndo. Noutra altura ele teria reparado no luar. Naquela noite, o luar invadia as ruas vazias da Vila como a maré enche o mar. “É tempo da Lua”, diziam, como se o luar fosse um fruto da estação. Mia Couto in Venenos de Deus, remédios do Diabo Ei, corra e olhe o céu... !
Escrito por simone às 12h32
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ilustração Betania Na Madalena revi teu nome Na Boa Vista quis te encontrar Rua do Sol, da Boa Hora Rua da Aurora, vou caminhar
Rua das Ninfas, Matriz, Saudade Da Soledade de quem passou Rua Benfica, Boa Viagem Na Piedade tanta dor
Pelas ruas que andei, procurei Procurei, procurei te encontrar Vicente Barreto  Foto Reuters
você está tão longe que às vezes penso que nem existo
nem fale em amor que amor é isto
Paulo Leminski
Escrito por simone às 12h10
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Jardim da pensãozinha burguesa. Gatos espaçados ao sol. A tiririca sitia os canteiros chatos. O sol acaba de crestar as boninas que murcharam. Os girassóis amarelo! resistem. E as dálias, rechonchudas, plebéias, dominicais. Um gatinho faz pipi. Com gestos de garçom de restaurant-Palace Encobre cuidadosamente a mijadinha. Sai vibrando com elegância a patinha direita: - É a única criatura fina na pensãozinha burguesa. Manuel Bandeira
Escrito por simone às 09h24
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Foto Kakau dos Santos Um dia, tempos, Tio Terêz o levara à beira da mata, ia tirar taquaras. A gente fazia um feixe e carregava. "-Miguilim, este feixinho está muito pesado para você?". "- Tio Terêz, está não. Se a gente puder ir devagarinho como precisa, e ninguém não gritar com a gente para ir depressa demais, então eu acho que nunca que é pesado". João Guimarães Rosa in Manuelzão e Miguelim
Escrito por simone às 14h19
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Foto Constança Elvas (...)o céu recolheu a chuva e acendeu as estrelas, não só as já conhecidas, mas ainda as que só serão descobertas daqui a muitos séculos. Foi grande fineza e não foi única. São Pedro, que tem as chaves do céu, abriu-nos as portas dele, fez-nos entrar.
Machado de Assis in Dom Casmurro
Escrito por simone às 12h00
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Foto Armando Guerreiro Todo amor Vale o quanto brilha E o meu brilhava E brilha de jóia e de fantasia Antonio Cícero
Escrito por simone às 11h23
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